Jazzbossa.com
COCATB
Mapa | Contato
Jazzbossa.com
Jazzbossa.com | Teoria Musical | Improvisação | Intervalos | Software

Uma Introdução à Improvisação no Jazz, de Marc Sabatella - Tradução de Cláudio Brandt

Índice Geral | Anterior: Aberturas de Posição Fechada | A seguir: Baixo

©2007

Teoria Musical
Pauta e Claves
Fórmula de Compasso
Tom e Semitom
Escala Maior
Escalas Menores
Intervalos
Acordes
Aberturas
Acordes de Sétima

Jazz
História
Fundamentos
Rel. Acorde/Escala
Teoria Musical
Harmonia (Maior)
Harm. (Menor Melódica)
Escalas Pentatônicas
Escalas de Blues
Aplicando a Teoria
Improv. s/ Harmonia
Bibliografia
Discografia
Standards

Outras Aberturas Baseadas em Escalas

Há outras maneiras lógicas de formar aberturas; maneiras demais para descrevê-las individualmente aqui. A maioria das abordagens são similares no fato de que associam uma escala com cada acorde e formam a abertura a partir de notas dessa escala. Ao usar uma abordagem de escala, você pode criar seus próprios esquemas para aberturas. Por exemplo, uma segunda com uma terça sobre ela tem um som um tanto dissonante, mas não muito cheio, que muitos pianistas usam extensivamente. Para um acorde como Fmaj7, você pode aplicar esse formato em qualquer posição das escalas lídia ou maior de Fá. Como a escala Fá Maior contém uma nota evitada (Si Bemol) nesse contexto, normalmente se optaria pela escala lídia e o Si natural, de modo que nenhuma das aberturas geradas contenha qualquer nota evitada. O esquema específico descrito acima gera "Fá, Sol, Si", "Sol, Lá, Dó", "Lá, Si, Ré", "Si, Dó, Mi", "Dó, Ré, Fá", "Ré, Mi, Sol", e "Mi, Fá, Lá" sobre uma escala Fá Lídia.

A maioria dessas aberturas são muito ambíguas, no sentido de que elas não identificam imediatamente o acorde. Como ocorre com as aberturas 3/7 e quartais, entretanto, você vai descobrir que a presença de um baixista, ou simplesmente o contexto da progressão harmônica que está sendo tocada, vai permitir quase qualquer combinação de notas a partir de uma dada escala para fazer uma abertura aceitável para o acorde associado.

Você pode experimentar diferentes esquemas e diferentes escalas para ver se encontra alguma da qual você goste particularmente. Geralmente, a meta não é encontrar uma abertura que descreva completamente um dado acorde, mas antes encontrar uma abertura que incorpore uma sonoridade particular, sem seriamente corromper o acorde. Talvez num determinado momento numa música, você queira ouvir a característica autoridade de uma quinta perfeita, ou a característica dissonância de uma nona menor ou de um "cacho de uvas" agrupando várias notas a uma segunda umas das outras, mas sem o som característico de nota errada de uma seleção completamente aleatória de notas. Pensar na escala associada e colocar a sua sonoridade nesse contexto dá a você uma maneira lógica e confiável de obter o som que você quiser, sem comprometer a harmonia.


Vire fã do Jazzbossa.com:




© 2005-2007 Cláudio Brandt Todos os direitos reservados.